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As inscrições deverão ser feitas com antecedência no site: www.ange.org.br. Será enviado um e-mail confirmando a inscrição. Os certificados e crachás serão impressos a partir das inscrições.

Professor Douglas Aprato promete ser o grande protagonista de um encontro que ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 20, no Maceió Mar Hotel, a partir das 8h da matina. Trata-se de um evento promovido pelo Conselho e o Sindicato dos Economistas de Alagoas, que visa debater as questões, políticas, sociais e econômicas; relacionadas aos 200 anos de história de Alagoas. É que Douglas Aprato, que também e escritor e historiador, fará uma palestra titulada de: “Utopias e Emancipação”.
Lembra o presidente do Sindecon/AL, Marcos Calheiros, que esse é mais um encontro patrocinado pelas entidades representativas dos economistas do Estado, que visa acima de tudo, interagir e proporcionar entretenimento com seus associados, mediante a um assunto que está em evidência; como é o caso agora, da Emancipação Política de Alagoas, que no último sábado completou dois séculos.
“É um momento de grande importância para os nossos economistas; até porque quem está em jogo é o nome de um dos mais intelectuais professores de Alagoas, sobretudo em se tratando de conhecimentos históricos do nosso Estado. Pois assim é o nosso professor Douglas Aprato, responsável por uma grande obra literária que narra um profundo conhecimento sobre os aspectos políticos e econômicos da nossa terra” argumentou o presidente do Corecon/AL, Maurílio Procópio, ressaltando que a palestra ocorrerá logo após um café da manhã que será servido no mesmo local para os convidados.

Clique nos links abaixo, matéria publicada nos site Cada Minuto e Tribuna Hoje

http://www.cadaminuto.com.br/noticia/309987/2017/09/17/economistas-recebem-douglas-aprato-para-palestrar-sobre-alagoas

http://tribunahoje.com/noticia/221289/politica/2017/09/17/economistas-recebem-douglas-aprato-para-palestrar-sobre-alagoas.html

O XXII Congresso Brasileiro de Economia (CBE) ocorre num momento em que o Brasil atravessa sua mais grave crise social, econômica e política. Estão cada vez mais claras as reais motivações do atual governo: desmontar os direitos sociais e os serviços públicos, sustando o processo de inclusão social que estava em curso.

O recém-lançado pacote de privatizações aprofunda o processo de desnacionalização da economia brasileira. A proposta de privatização de empresas de setores estratégicos (Eletrobras, Petrobras, Banco do Brasil e BNDES) significa perda de soberania nacional. Além disso, algumas corporações transnacionais que já não mantinham aqui áreas de pesquisa, inovação e desenvolvimento, estão hoje transferindo plantas industriais para o exterior. Não é recomendável vender patrimônio público estratégico para cobrir déficit orçamentário, muito menos vendê-los em momento de crise econômica, quando os ativos estão desvalorizados. Cabe destacar que ineficiência e corrupção não são justificativas para a privatização e que a legislação dos países hegemônicos proíbe a venda de setores estratégicos ao capital estrangeiro.

No plano fiscal, o contingenciamento orçamentário realizado pelo governo não poupou nem mesmo as áreas de saúde e educação. Os hospitais e as universidades públicas agonizam, resultando na restrição de acesso ao ensino superior e técnico, público e privado. Quanto à questão da Previdência, há que se combater privilégios, mas buscar preservar os direitos da população que mais necessita desses benefícios.

A Constituição Federal de 1988 resgatou direitos historicamente negados e constituiu um tímido Sistema de Seguridade Social (saúde, previdência e assistência social). Outros programas e políticas para diminuir o déficit social – Bolsa Família, MCMV, SUAS, Luz para Todos – e principalmente, a política de valorização do Salário Mínimo, propiciaram uma melhora da condição de vida da população mais pobre e foi um dos pilares do processo de crescimento com distribuição de renda ocorrido na década passada.

Há a necessidade de se modificar o modelo tributário extremamente regressivo, pois quem tem rendimentos de até 2 salários mínimos tem carga tributária total de 49% (3% de tributos diretos e 46% de indiretos); aqueles com rendimentos acima de 30 salários mínimos têm carga tributária de 26% (10% de tributos diretos e 16% de indiretos) e, para os com rendimentos acima de R$ 3 milhões anuais, a carga tributária total é de apenas 8%. O Estado gasta muito com transferências para os que estão no topo da pirâmide social, mediante juros da dívida pública, subsídios creditícios, desonerações e isenções fiscais, sacrificando os programas e políticas sociais. Também os micro e pequenos empresários, que respondem pela geração de mais de 50% dos empregos no país, têm sido massacrados pela Política Macroeconômica. Neste sentido, propomos medidas tais como a imediata reinstituição da tributação sobre lucros e dividendos, pessoa física.

Ademais, a necessária Reforma Tributária que se apresenta deve levar em consideração também elementos que conduzam o país a construção de um arranjo federativo que prime por mais justiça e equidade regional.

O surgimento recorrente de graves denúncias aprofunda a crise política brasileira, deteriora ainda mais o ambiente econômico e social do país e aumenta o grau de incerteza, terreno fértil para especulação financeira, com consequências negativas sobre os investimentos, emprego e renda. Ainda assim, a combinação de um ambiente externo favorável e a existência de ampla capacidade ociosa de fatores com reflexos sobre a inflação e a trajetória de taxa de juros, colocam um possível cenário de lenta retomada de crescimento da economia. O discurso em prol das reformas trabalhista e previdenciária com o objetivo de resgatar a confiança e reduzir o “Custo-Brasil”, atribuindo ao custo do trabalho o fator determinante para a baixa competitividade de nossa economia, despreza outros fatores: elevada taxa de juros, câmbio apreciado, insuficiente e precária infraestrutura, baixa qualificação da mão de obra e baixíssimo investimento em inovação.

Os bancos e as grandes corporações pretendem impor seus interesses ao conjunto da sociedade. É imperativo que a vontade soberana do povo esteja acima dos anseios e receios do mercado. Mantidas as atuais políticas, dificilmente atingiremos as condições para o crescimento inclusivo e com distribuição da renda. Pior, compromete a possibilidade de implementar políticas públicas por meio da estrutura do Estado pós privatização.

Da mesma forma nos manifestamos em favor da necessidade de ações que nos conduzam a construção de um pais mais ético e probo, defendendo que medidas de combate a corrupção tenham continuidade em todos os níveis de governo, bem como nos poderes legislativo e judiciário.

Nós, congressistas, reunidos no XXII Congresso Brasileiro de Economia, subscrevemos este documento e constituímos o Movimento em defesa do desenvolvimento econômico, justiça social e democracia.

 

Belo Horizonte (MG), 8 de setembro de 2017

A Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG) e a Delegação da União Europeia no Brasil convidam para o lançamento do livro “A União Europeia e sua política exterior”, a ser realizado em 12 de setembro, às 16h30, no auditório João Augusto de Araújo Castro do Instituto Rio Branco (IRBr). Será realizada palestra pelo embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, seguida de intervenções da chefe de Divisão da Europa Meridional e da União Europeia, conselheira Viviane Rios Balbino, e do professor da Universidade de Brasília (UNB), Eduardo Viola.

O evento contará com a presença do presidente da FUNAG, embaixador Sérgio Moreira Lima, do subsecretário-geral de Assuntos Políticos Multilaterais, Europa e América do Norte, embaixador Fernando Simas Magalhães, e do diretor geral do IRBr, embaixador José Estanislau do Amaral.

O livro está disponível para download gratuito na biblioteca digital da FUNAG.

Inscreva-se.

Serviço

Tema: Lançamento do livro “A União Europeia e sua política exterior”.

Local: Auditório João Augusto de Araújo Castro, do Instituto Rio Branco (IRBr).

Data: 12 de setembro.

Hora: Às 16h30

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