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BNDES do futuro: Mercadante discute desafios e direções do desenvolvimento nacional

Em entrevista exclusiva à Revista Economistas, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, aborda com profundidade o novo papel do banco público de desenvolvimento no país. O economista explica como a instituição vem combinando financiamento à reindustrialização, transição ecológica, inclusão social e desenvolvimento regional em sintonia com programas estruturantes do Governo Federal, como o Novo PAC, o Nova Indústria Brasil (NIB) e o Plano de Transformação Ecológica. 

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Entrevista com Aloizio Mercadante: O papel do BNDES na construção de uma nova economia
 

BNDES e Governo Federal foram patrocinadores do Congresso Brasileiro de Economia 2025. O evento foi realizado em Porto Alegre, entre os dias 06 e 10 de outubro, e reuniu economistas, estudantes, empresários, autoridades, especialistas e demais interessados para debater temas econômicos da atualidade.

BNDES 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social desempenha um papel fundamental na economia brasileira, atuando como importante fonte de financiamento para projetos que promovem o desenvolvimento econômico e social do País. Desde a sua criação, ele tem sido crucial para a implementação de políticas públicas voltadas para a infraestrutura, indústria, inovação e sustentabilidade. Além disso, o BNDES contribui para a redução das desigualdades regionais e sociais, apoiando projetos que visam a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável. 

No Rio Grande do Sul, apoia setores essenciais para a economia local, como a indústria, a agricultura, a infraestrutura e a inovação tecnológica, viabilizando crédito de longo prazo em condições mais favoráveis. Mais recentemente, tem sido um vetor importante na expansão da produção de energia renovável e na modernização logística. 

Em 2024 o estado foi atingido por enchentes que devastaram cidades inteiras nas regiões dos rios Taquari, Caí, Sinos, Jacuí, Pardo e Gravataí, entre outros. Desde o início, o banco integrou os esforços do governo federal para apoiar a reconstrução do estado: entre junho de 2024 e abril de 2025, foram R$ 32 bilhões destinados às medidas emergenciais – 29% do total de recursos federais. 

Um ano depois das enchentes, a capital gaúcha recebeu o CBE, cujo tema central foi “Desenvolvimento sustentável: reconstrução, desafios, oportunidades”. O patrocínio do BNDES e do Governo Federal ao evento foi uma demonstração clara de que o banco não apenas esteve presente no momento mais difícil, como também na discussão sobre o futuro e o modelo de desenvolvimento que queremos. 

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